quinta-feira, 25 de junho de 2026

Aquele solene momento

Vai pensando vai, enquanto lombrando a subcena se desenrola reveladora, os porquês ficam reverberando num eco insinuante. Não é que porque é o fim do mês, que estou embrasando; é melhor que se casem, recomendou o presbítero. O toque salva, nessas tramas é necessário ser resiliente. Alô peregrinos, as montanhas são íngremes e os vales são sinuosos. Adoraria encontrar uma areia movediça pelo caminho só pra saber como é. Provar, só um ticadinho, papel passado... E já era. Óia as ideia! É baseado falar sobre temas sensíveis, ao avistar, me dirigi a alguém em uma escadinha — fazendo a de paradisíaca, ela não sabe todo o seu potencial. Não leve a mal, e sei que esse é o teu jeito, fino e quebradiço. O compromisso chama, há um sinal no céu, frágeis são aqueles que veem tudo preto e branco, até porque as vezes menos não é mais. Admiro uma campina que não é brincadeira. O balcão rente à uma baía testemunha de afrescos genuinamente românticos, na vera, sem trégua, o real sentido de vuco-vuco, me perdoe.

Eu queria que você tivesse enxergado o que eu vi. Agora, a única maneira de desfrutar desse jardim é se convertendo de corpo e alma. Sursum corda! Não é tão óbvio quanto parece, repare que há santo para tudo, mas nenhum deles deixou de pecar. As entrelinhas hospedam vespeiros intermináveis, até as suas imaginações noturnas (minutos antes de dormir) estão entrando na contabilidade. O livro sobre ti, assim que for livre das mordaças do selo, expulsará seus desejos mais contidos, mais tribais, mais reais, verum ad nauseam. Ou até pedir água. Nunca ninguém foi tão humano.