Dias cinzas pós-micareta, é quando desponta um vergão profetizado, é a pena da letra dribladora, aquela que veste uma capa solene e julga os pequenos causos dos necessitados, os mesmos cidadãos que fizeram pixacões vulgares um dia antes nas ruas, andam em passadas calibradas através de um contrato de vigilância mútua no meio de um algum tipo de ritual religioso. Tudo passa, até os garranchos, e por você se foram algumas papas na língua, pragas do Egito e soluços místicos... E após um cruzamento certeiro, chegaste à uma conclusão delicada. Ficastes cara a cara com uma médica meio a meio, a derrapante de rica que deu pitacos sobre as suas idiossincrasias. E no dia D fingira que não tinha lhe visto, aonde está a gentileza, a urbanidade e a civilidade? São muitos livrecos populares e muitas risadas forçadas. Uns mísseis teleguiados de vontades e maus-olhados. Para acalmar os ânimos, a criatura conhecida como "O fura-olho gordo" está em plena atividade, e ah! Esqueci de dizer: ele é turco. Azulsinho. Dessarte, dificilmente joga água fora da bacia. Os sujeitos suspeitos de costume se apresentaram de súbito na procissão, provocaram, tocaram em teclas sensíveis, no entanto mantestes a postura viril de estátua da ilha de Páscoa, pura aura. Afinal, tens muito a perder. Eles? Faça-me um favor, o tentador na maioria das vezes escolhe os vasos de procedência mais vagabunda para usar, é um ofício vazio de indiretas, um histrionismo quase animal. Não suportam a baforada de um charuto. E foi aí que o barracão desabou, de repente, Virgulino Xique-Xique, a lenda, surrupiou o badalo da Dona Creusa, a juíza dos glúteos de tanajura, e o estalo foi grande. Superou o circense comum, tal efeito simultâneo abalou as estruturas hegemônicas, onde sob fortíssimo toró, desabou o mundo com um raio apocalíptico. Plau. Ó papoco! Mulher, tu precisa ter fibra, seguir os caminhos de ancestrais notáveis de outros passeios e passarinhos. Que espetáculo. Ai. Queria ser esse cabra, sortudo. Talvez eu seja. Tico tico, en passant.