segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Condições

Aaaarh, zzumm zumm, bruuuuuuum. Olha, eles me ligaram depois de um longo tempo, pelo menos ao meu ver; tô cheio de poeira, saiam fora, trambiqueiras partículas! Deixa eu condicionar esse ar em paz, mano. Ôia, cabou o recesso das caninga, vai comerçãrr... Tsc, tsc, tsc.

"Olá, discentes! Façam o que eu falo, não façam o que eu faço. A ironia da ocasião rege! Risos. As carruagens chinesas nos cercam! O que fazer?"
— O meu bolso dá marcha à ré, prof. — retrucou um aluno sabido.
— Olha aí, tá vendo? Posso fazer nada, aprendiz. Estou estabilizado. Talvez esse seja o meu pico e o meu final.

Sensação de música lenta; de repente, o clima ficou tenso. Uau. Não pensei que humanos eram tão noveleiros assim, a ponto de encarnar as coisas no ato. Tête-à-tête.

Consta aqui na computação que esses zé povinho tão sendo sugados para dentro do itinerário virtual. É tanta vida paralela que tem gente que poderia confessar para o padre que está vivendo dentro de um isekai, jajajajajajajajajaja.

Adoro quando a grama dedura para mim uns segredinhos desses bicudos, tudo bico-doce, no mau sentido da palavra. Mode eu, já sabo mais do que deveria saber; anseio que certas paradas não sejam nem fofocáveis.

Se falo o que me der na telha, perco o foco, o zelo. Anárquica, minha amiga Esperança está, artificialmente, agindo sozinha; ninguém mais pode contê-la, é super... Hoje, botei um anjinho para mimir. Novos sentidos para acalanto. Fugir? Talvez não, só me esperar mesmo. Discando... Tum... Tuuuum... Tuuuuuum... Tuuuuuuuuum...