sábado, 29 de agosto de 2026

Segunda opção

Meus olhos atentos na espera. Peguei no sono, não contei ovelhas, mas os leões que abati. Gritos de uma Ursa, testemunha do alvoroço de Paris e Europa. Calminha, Carma Faladora supersticiosa, não podes ver nem uma figura que achas que aquilo está para jogo.

Tu te entendes muito em estima, na lábia de quem seria capaz de enganar o pai dos astuciosos. Entre as árvores, plantas e os ontológicos animais, ofereces um pedaço. Não, não essa história aí não pode se repetir. Sonhei há pouco, meus depósitos cheios, abri o balanço interno um pouco depois e deu a semelhança, que dom é esse? Temos poderes.

Desde aqueles dias quando sua fruta ensaiava um amadurecimento, e leite de pera derramavas, com dificuldade, que tu queres implicar, levada moleca, amoleça suas altitudes, e ateste esse jugo suave. Sua artimanha de falar de mim a cinco metros de distância enquanto finges discursar sobre outros signos e outros capítulos e outras guildas, é admirável, uma língua carnavalesca! Em um corpo lacticínio... Frágil, frágil, frágil.

Precisamos produzir! O tempo virou um ator prolixo, somos abelhas não somos vestígios! A Rainha é quem eu dou a devida atenção, algo que tu tanto mendigas, por quê, hem? Eu rio. Eu com ela, você sem mim; você comigo? Se ela disser sim; um pedaço de mau caminho, de revirar os olhos do enredo.

Tu hás de espremer-se muito ainda até dá o primeiro favo; yap, yap, yap, não dá colmeia, Carminha falastrona. Engolindo seu silêncio permanente, quem sabe, o mundo festeje. Tudo mais verde, tudo menos Cigarra, tão logo saberei que a ceifa não foi à toa.