Meus
olhos atentos na espera. Peguei no sono, não contei ovelhas, mas os leões que
abati. Gritos de uma Ursa, testemunha do alvoroço de Paris e Europa. Calminha,
Carma Faladora supersticiosa, não podes ver nem uma figura que achas que aquilo
está para jogo.
Tu
te entendes muito em estima, na lábia de quem seria capaz de enganar o pai dos
astuciosos. Entre as árvores, plantas e os ontológicos animais, ofereces um
pedaço. Não, não essa história aí não pode se repetir. Sonhei há pouco, meus
depósitos cheios, abri o balanço interno um pouco depois e deu a semelhança,
que dom é esse? Temos poderes.
Desde
aqueles dias quando sua fruta ensaiava um amadurecimento, e leite de pera
derramavas, com dificuldade, que tu queres implicar, levada moleca, amoleça
suas altitudes, e ateste esse jugo suave. Sua artimanha de falar de mim a cinco
metros de distância enquanto finges discursar sobre outros signos e outros
capítulos e outras guildas, é admirável, uma língua carnavalesca! Em um corpo
lacticínio... Frágil, frágil, frágil.
Precisamos
produzir! O tempo virou um ator prolixo, somos abelhas não somos vestígios! A
Rainha é quem eu dou a devida atenção, algo que tu tanto mendigas, por quê,
hem? Eu rio. Eu com ela, você sem mim; você comigo? Se ela disser sim; um
pedaço de mau caminho, de revirar os olhos do enredo.
Tu hás de espremer-se muito ainda até dá o primeiro favo; yap, yap, yap, não dá colmeia, Carminha falastrona. Engolindo seu silêncio permanente, quem sabe, o mundo festeje. Tudo mais verde, tudo menos Cigarra, tão logo saberei que a ceifa não foi à toa.